
Os 200 militantes de
quatro freguesias – Mire de Tibães, Parada de Tibães, Padim da Graça e Panóias
-, liderados pelos respectivos presidentes de Junta, autarcas socialistas estavam
acompanhados de outros autarcas e ex-autarcas socialistas.
Entre os presentes,
para além dos anfitriões desta jornada de unidade que honrou o trabalho de
Mesquita Machado e prepara o futuro dentro do PS, podiam ver-se os presidentes
de Junta de Lamas, Cunha, Ferreiros,
Dume e Cabreiros.
Este encontro
segue-se aos que já se realizaram com militantes de outros grupos de
freguesias, que começaram com os do Nascente e Poente de Braga, para construir
a moção “Honrar o presente e preparar o Futuro”, elaborada em quatro grupos de
trabalho que se reúnem às segundas e sextas-feiras, todas as semanas até ao fim
de Março.
Entre os ex-autarcas
das freguesias notavam-se José Brandão (Panóias), Francisco Semelhe (Padim da
Graça) que apoiam uma candidatura de proximidade e experiência com Vítor Sousa que
entronca na renovação, com Hugo Pires, e merece a confiança pelo trabalho
desenvolvido até agora em prol do PS e em favor de Braga.

Em nome dos
anfitriões, Jorge Gomes, autarca de Mire de Tibães, convocou os militantes
presentes a tudo fazer para que “Braga continue nas mãos do PS liderado por Vítor
Sousa”, antes de entregar duas placas evocativas da “gratidão e reconhecimento
dos socialistas das quatro freguesias”.
Hugo Pires justificou
a sua adesão a este projecto como a melhor forma de “honrar 36 anos de
confiança dos bracarenses traduzidos em dez mandatos confiados a Mesquita
Machado que não podiam agora ser deitados fora por casa da ambição pessoal de
um ou dois socialistas”.
Quando dizemos que
“vamos honrar o presente é isso que estamos a dizer” mas “afirmamos que é na
diversidade do PS unido que queremos preparar o futuro”, porque Mesquita
Machado não se pode candidatar à liderança dos socialistas nem do concelho de
Braga”.
“Vamos escolher o
melhor candidato do PS mas, em primeiro lugar, devemos debater o que queremos
fazer do PS no futuro e é isso que eu e o Vítor Sousa estamos aqui a fazer. O
PS e a JS tem milhares de militantes, com pessoas que pensam diferente mas há
uma vontade comum: fazer do PS um vencedor e este é o caminho certo, pela
positiva. Não há outro, meus amigos e camaradas” – concluiu Hugo Pires.

Vítor Sousa reafirmou
a “proximidade das pessoas para dar voz aos anseios dos militantes” como ponto
de partida da sua candidatura, agradecendo aos presidentes das Juntas que
organizaram o encontro, bem como ao líderes distrital e concelhio de Braga da
JS, vereadores e outros autarcas presentes.
“Há quem queira
dividir o PS para o enfraquecer perante os nossos adversários mas esta é uma
candidatura com um projecto, não uma ambição pessoal, para o PS e para Braga” –
começou por lembrar Vítor Sousa.
É um projecto
“responsável para fechar o ciclo de ouro de Mesquita Machado de 36 anos:
cabe-nos a nós honrar este percurso e ele não merece que dois vereadores seus
estivessem em luta de ambições pessoais”.
Foram também os 36
anos de gestão socialista de Mesquita Machado que “proporcionaram aos jovens um
percurso político e esta candidatura assume-se como projecto que olha para o
futuro e o prepara dentro das estruturas do Partido e com os seus militantes”.
“Nós temos a
experiência e a inovação suficientes para apresentar as soluções necessárias a
manter o dinamismo do concelho de Braga, mantendo o desenvolvimento harmonioso, seguindo uma estratégia de valorizar os princípios e os valores do PS sem
maltratar as outras candidaturas” – assegurou Vítor Sousa.
Finalmente, Vítor
Sousa apelou aos 200 militantes presentes que mantenham “uma posição elevada no
debate, com respeito pelos outros camaradas. É assim que mostraram aos que não
são socialistas que devem e podem acreditar em nós. O nosso combate é com os
nossos adversários e não contra alguns socialistas, para merecermos mais
confiança dos bracarenses”.



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